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Mau Hálito


O QUE É mau hálito?

Mau hálito é a respiração que tem um odor desagradável. Também é conhecido como halitose. . Este odor pode ocorrer de vez em quando, ou ele pode ser de longa duração, dependendo da causa.

Milhões de bactérias vivem na boca, principalmente na parte de trás da língua. Em muitos casos são as principais causas do mau hálito. A boca sendo um local quente e úmido tem as condições ideais para o crescimento dessas bactérias. Ou seja, 95% do mau hálito é proveniente de causas bucais.

Alguns tipos de mau hálito são considerados como sendo bastante normais. Um exemplo é mau hálito ao acordar. Isso ocorre devido a alterações na sua boca enquanto você dorme. Durante o dia, saliva produz uma “lavagem” dos dentes e estruturas próximas. O corpo torna menos saliva durante a noite, sua boca fica seca e células mortas aderem à sua língua e ao interior de suas bochechas. Quando bactérias utilizam dessas células para a alimentação, eles produzem um mau odor.

O QUE CAUSA O MAU HÁLITO
  • Pobre higiene dental – escovação errada ou deficiente
  • Periodontite – Inflamação do osso de suporte do dente
  • Infecções respiratórias – Sinusites, gripes, infecções pulmonares
  • Agentes externos – Alho, cebola, café, tabagismo, mastigar tabaco, etc
  • Secura da boca (Xerostomia) – Causada por glândulas salivares com problemas, idade avançada, medicamentos ou “respiração bucal”
  • Doenças sistêmicas – diabetes, doença hepática, doença renal, doença pulmonar, doença sinusal, refluxo doença e outros
  • Doenças psiquiátricas – Algumas pessoas podem acreditar que têm mau hálito, mas outras pessoas não notarem – chamado de “pseudo-halitose”.
QUAL O TRATAMENTO PARA O MAU HÁLITO?

O tratamento depende da causa – consulte um dentista para diagnóstico.

Você pode melhora o hálito tomando alguns cuidados como: Evitar alimentos que causem cheiro forte (como alho, cebola, etc) e beber bastante água para produzir saliva em quantidade suficiente.

CASOS DE ODORES BUCAIS CARACTERÍSTICOS DE DOENÇAS SISTÊMICAS:
  • Odor de queijo de limbug na tonsilite crônica;
  • Respiração fétida na GUNA
  • Odor de urina na disfunção renal e uremia;
  • Odor de “podre” nos casos de gangrena;
  • Cheiro de acetona no diabetes;
  • Cheiro de azedo na disfunção digestiva;
  • Cheiro de rato, devido à disfunção hepática;
  • Odor de sangue, causado por hemorragia oral ou intestinal
COMO EU POSSO SABER SE TENHO MAU HÁLITO?

A maneira mais simples de identificá-lo é pedir a um familiar ou a um amigo de confiança que faça essa avaliação para você. Caso você identifique o problema ou caso você se sinta constrangido a pedir a alguém que o avalie, pode procurar um dentista para que este possa ajudá-lo no diagnóstico e no tratamento da halitose. Muito dentistas já utilizam de um aparelho para medir e avaliar seu potencial de halitose.

ENTÃO DÁ PARA SE MEDIR O HÁLITO?

Sim. Atualmente existe à disposição dos profissionais interessados, um aparelho chamado Halimeter, que é capaz de medir compostos sulfurados voláteis e que serve para orientar quanto à gravidade da halitose e quanto à melhora e à cura durante o tratamento. Também é útil para demonstrar claramente para certos pacientes que eles não possuem nenhum cheiro desagradável na boca, quando este é o caso.

É POSSÍVEL QUE EU TENHA MAU HÁLITO E NÃO SAIBA?

Sim. As pessoas que tem um mau hálito constante, por fadiga olfatória, não percebem o seu próprio hálito. Somente as pessoas que têm períodos de halitose e períodos de normalidade conseguem percebê-lo. Fazendo uma analogia, é a mesma coisa que um pintor que não consegue sentir o cheiro tão forte da tinta, como outras pessoas.

É NORMAL O HÁLITO DESAGRADÁVEL PELA MANHÃ

Se considerássemos o hálito desagradável ao acordar, praticamente 100% da população seria portadora de halitose. Por isso, o hálito da manhã é considerado fisiológico. Ele acontece devido à leve hipoglicemia, à redução do fluxo salivar para virtualmente zero durante o sono e ao aumento da flora bacteriana anaeróbia proteolítica.

Quando esses microorganismos atuam sobre restos epiteliais descamados da mucosa bucal e sobre proteínas da própria saliva, geram componentes de cheiro desagradável (metilmercaptana, dimetilsulfeto e principalmente sulfidreto, que tem cheiro de ovo podre).

São os compostos sulfurados voláteis, conhecidos abreviadamente por CSV. Após a higiene dos dentes (com fio dental e escova), da língua (com limpador lingual) e após a primeira refeição (café da manhã), a halitose matinal deve desaparecer. Caso isso não aconteça, podemos considerar que o indivíduo tem mau hálito e que este precisa ser investigado e tratado.

O QUE É SABURRA?

Saburra é um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que adere ao dorso da língua em maior proporção na região do terço posterior. A saburra equivale a uma placa bacteriana lingual, em que os principais microorganismos presentes são do tipo anaeróbios proteolíticos, os quais, conforme foi explicado para a halitose da manhã, produzem componentes de cheiro desagradável no final de seu metabolismo.

O QUE PREDISPÕE à FORMAÇÃO DA SABURRA?

A causa primária da formação de saburra é a leve redução do fluxo salivar, com a presença de uma saliva muito mais rica em mucina (gosmenta) e que facilita a aderência de microorganismos e de restos epiteliais e alimentares sobre o dorso da língua. É bom que se diga vários graus de redução do fluxo saliva; quando a redução é severa (de 0 a 0,3 ml/minuto, sob estímulo mecânico ), já não encontramos saburra, mas sim, outros tipos de desconforto. A medida do fluxo salivar (sialometria) deve ser feita por um profissional habilitado para isso. Também é importante a avaliação das causas da redução do fluxo salivar para que se possa decidir sobre o tratamento. Uma causa bastante comum é o stress constante.

A GASTRITE PODE CAUSAR MAU HÁLITO.

Não. É muito comum os pacientes pensarem de forma incorreta. Também é muito comum pacientes com gastrite terem mau hálito.

Vamos explicar melhor esse mecanismo: à medida que a saburra se forma, ela passa a ser um meio propício também à instalação e à proliferação de microorganismos patogênicos cuja porta de entrada é a boca. São exemplos os microorganismos causadores de doenças pulmonares, gastrintestinais e até mesmo amigdalites e de doenças periodontais. No caso da relação halitose versus gastrite, a redução do fluxo salivar propicia a formação de saburra, o qual permite que o Helicobacter pilory se instale no dorso lingual, prolifere e aumente em número, podendo chegar ao estômago e desencadear a gastrite.

Na verdade, a manutenção do fluxo salivar em condições normais não evita apenas a formação de saburra e mau hálito, mas também previne a possibilidade de o paciente se tornar predisposto à gastrite, pneumonia, amigdalite, periodontite etc.

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